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Filhote de cães alimentado é filhote bem nutrido?

No post anterior, falamos sobre s importância da castração e os vários males que ela evita. Chegou o momento de aprendermos sobre a nutrição adequada na fase de crescimento dos cãezinhos.

Filhote alimentado é filhote bem nutrido?

Na fase de crescimento e desenvolvimento, os filhotes precisam, sobretudo, de uma boa nutrição. A alimentação que não considera suas necessidades de nutrientes compromete o crescimento e a vida toda do seu cãozinho.

Filhote de barriga cheia não é indicador de nutrição eficiente. Alimentos podem fornecer somente calorias, e não necessariamente os nutrientes essenciais. Os cães em fase de crescimento precisam receber refeições que contenham proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais suficientes para que cresçam saudáveis, atendendo todas as necessidades de organismo.

Esta fórmula adequada e balanceada é a nutrição ideal que deve ser considerada na hora de escolher a refeição do filhote. Um cãozinho bem nutrido cresce com maior probabilidade de viver por longos anos e terá um sistema orgânico preparado para prevenir muitas doenças.

Ele será ativo, com pelos saudáveis e bonitos, enfim será mais saudável e feliz. Os cuidados ao longo da vida também serão facilitados, considerando a maior imunidade e menor propensão a uma série de doenças.

Nutrição para meu filhote

A qualidade da alimentação é importante durante toda a vida do seu amigo. Na etapa de desenvolvimento, contudo, tem um papel ainda mais preponderante, pois é nesta fase que o cãozinho está se desenvolvendo.

A dieta deve ser escolhida de acordo com idade, nível de atividade, porte e condição física. Assim, um filhote deve receber nutrientes específicos para esta etapa.

Durante seu desenvolvimento, os filhotes precisam consumir cerca de duas vezes mais energia por kg de peso corporal em comparação a animais adultos.

Em geral, o auge do crescimento ocorre entre os três e seis meses. Cães de menor porte crescem em maior velocidade do que os de porte grande e gigante.

Se a nutrição não for adequada, cães de porte grande e gigante que crescem rapidamente podem, por exemplo, desenvolver problemas ósseos.

Para ter certeza de que seu filhote está recebendo uma alimentação nutricionalmente equilibrada, é importante contar com suporte do médico veterinário para orientar sobre os tipos e quantidades adequados de alimentos que consomem.  

Qual alimento adequado para meu filhote?

Escolher a melhor dieta começa por optar por rações classificadas como Super Premium ou Premium. São as classificações comerciais dos produtos encontrados no mercado que garantem que o alimento tem nutrientes necessários para a saúde e desenvolvimento do seu cão. É importante, também, que o produto seja específico para filhotes do porte e estilo de vida do seu amigo.

A dieta natural ou caseira, com alimentos frescos, exige uma consulta a um profissional nutricionista para indicação de tipos e quantidades de alimentos que devem ser oferecidos.

É importante ressaltar que alimentação caseira não deve ser a mesma que consumida pelas pessoas da casa. O nutricionista veterinário é conhecedor das necessidades nutricionais do cão e gato, e assim está apto para especificar alimentos que vão suprir as necessidades do animal. A dieta caseira por si só, não atende todas as necessidades nutricionais e será necessário complementar a refeição com suplementos de vitaminas e minerais.

Importante lembrar, ainda, que os filhotes devem comer a quantidade diária de alimento recomendado mais vezes ao dia: entre três a quatro vezes até os seis meses de idade. A partir de então, pode-se reduzir para duas refeições, sempre atendendo as quantidades indicadas pelo fabricante, em consonância com acompanhamento do veterinário.

Atenção!

A alimentação deve ser feita em momentos estabelecidos, local tranquila e de forma calma. Se o cãozinho está comendo muito rápido, pode ter problemas de digestão por engolir ar, além de engasgar.

Logo após o desmame, é interessante oferecer alimentos próprios para desmame e/ou alimentos úmidos para facilitar a mastigação. Depois dos três meses, pode-se fazer a transição para a seca, se achar necessário.

Conteúdo revisado pela Dra. Bruna M Damiani CRM SP 33.565

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